| Embalagem | Garrafa (75cl) |
|---|---|
| Tipo | Vinhos |
| Cor | Branco |
| Ano | Não Sazonado |
| País | Portugal |
| Tipo de Denominação | Vinho de mesa |
| Região | Lisboa |
| Denominação | Lisboa |
| Quinta | Adega Artesanal |
| Cuvée | Matriarca |
| Fase atual |
Juventude
|
*Os valores aqui exibidos são estimativas fornecidas pelos utilizadores da aplicação Viniou e não representam uma oferta de venda.*
| Garrafa (75cl) | |
| 2026 | 5,90 € |
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Juventude
2026 - 2026
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Maturidade
2026 - 2026
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Apogeu
2026 - 2029
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Declínio
2030 - 2033+
|
| Casta | Percentagem |
|---|---|
| Arinto | 40 % |
| Fernão Pires | 30 % |
| Vital | 30 % |
O vinho em questão, vindo da região de Lisboa e produzido pela Adega Artesanal sob a designação Cuvée Matriarca, apresenta-se como um vinho branco seco, e, tendo em conta que se trata de um lote (cuvée) e não possui indicação de colheita, a análise incidirá sobretudo no seu estilo e origem. Lisboa é conhecida pelos seus vinhos versáteis que equilibram frescura com uma complexidade aromática interessante. O facto de não se indicar um ano de colheita sugere que este branco pode ser elaborado num perfil consistente, destinado ao consumo em várias ocasiões sem dependência das variações sazonais. A vinificação dos brancos da região costuma privilegiar a fermentação a baixas temperaturas para preservar a expressão aromática, resultando habitualmente em vinhos vibrantes, com notas de fruta citrina, maçã verde ou florais, acompanhadas de uma acidez refrescante.
A região de Lisboa tem-se destacado no panorama vitivinícola português pelo seu clima atlântico temperado, com verões amenos e boa exposição solar, ideal para a produção de brancos frescos. Os solos argilo-calcários e a proximidade do mar contribuem para vinhos elegantes e com vivacidade, refletindo a tradição secular da região, onde o savoir-faire das adegas artesanais se alia à inovação. Lisboa sempre foi terra de variedade, reunindo castas tradicionais portuguesas e por vezes internacionais em lotes harmoniosos, o que poderá ser o caso deste vinho.
Nos acompanhamentos à mesa, um vinho branco seco de Lisboa revela-se versátil. É ideal a acompanhar mariscos frescos, como amêijoas à Bulhão Pato, peixes grelhados como robalo ou dourada e, se preferir algo mais regional, umas lulas recheadas à lisboeta encaixam na perfeição. Também casa bem com queijos de pasta mole e saladas de verão.
Para melhor apreciar a vivacidade e frescura deste branco, recomenda-se servi-lo entre os 8 e 10°C. Este intervalo amplia o seu potencial aromático e garante uma experiência de degustação equilibrada e refrescante, tão característica dos brancos de Lisboa.
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