| Embalagem | Garrafa (75cl) |
|---|---|
| Tipo | Vinhos |
| Cor | Tinto |
| Ano | 1998 |
| País | Portugal |
| Tipo de Denominação | DOC |
| Região | Portugal |
| Denominação | Douro |
| Quinta | Quinta do Crasto |
| Fase atual |
Declínio
|
*Os valores aqui exibidos são estimativas fornecidas pelos utilizadores da aplicação Viniou e não representam uma oferta de venda.*
| Garrafa (75cl) | |
| 2026 | 65,00 € |
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Juventude
1998 - 2001
|
Maturidade
2002 - 2009
|
Apogeu
2010 - 2019
|
Declínio
2020 - 2027+
|
| Casta | Percentagem |
|---|---|
| Touriga Nacional | 35 % |
| Tinta Roriz | 30 % |
| Touriga Franca | 25 % |
| Tinta Barroca | 10 % |
A Quinta do Crasto, localizada no coração do Douro, é um produtor de renome que tem vindo a afirmar-se entre os grandes nomes do vinho português. O vinho tinto do ano 1998 espelha a tradição e a excelência deste terroir singular, bastante marcado pela influência do rio Douro e pelas encostas xistosas que proporcionam maturações equilibradas e grande concentração de sabor às uvas. Embora a constituição exata dos castas neste lote de 1998 possa variar, é típico do Douro recorrer a variedades autóctones como Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca ou Tinta Barroca, dando origem a vinhos intensos, profundos e de guarda comprovada. Em 1998, as técnicas de vinificação já valorizavam uma abordagem cuidadosa, com fermentações controladas e algum estágio em madeira para robustecer os taninos, mantendo, no entanto, uma fruta madura muito marcada.
O Douro é uma das mais antigas regiões demarcadas do mundo, famosa tanto pelos seus vinhos do Porto como pelos tintos secos de grande elegância. O clima é marcadamente continental, com verões quentes e secos e invernos frios, condições ideais para a obtenção de vinhos intensos, cheios de carácter e de impressionante longevidade. Os solos de xisto impõem uma luta de sobrevivência às videiras, que dá origem a bagos pequenos, ricos e concentrados, essenciais para o perfil encorpado e aromático dos tintos do Douro.
Este Quinta do Crasto tinto de 1998, se bem conservado, deve apresentar apontamentos de fruta preta madura, notas de especiarias, folha de tabaco e alguma evolução balsâmica, típicas de um vinho com mais de duas décadas. A sua estrutura robusta e elegância fazem dele um companheiro sublime para pratos ricos como cabrito assado à moda do Douro, javali estufado, costeletas de borrego grelhadas ou ainda queijos curados de ovelha. Uma feijoada à transmontana ou mesmo pratos de caça também se revelam em harmonização quase perfeita.
Para uma experiência de degustação plena, recomenda-se abrir a garrafa com alguma antecedência e decantar, permitindo ao vinho respirar e expressar toda a sua complexidade. O serviço deve fazer-se a uma temperatura entre 16 e 18°C. Este é um vinho para momentos especiais, onde a memória da região e a riqueza do tempo se unem no copo.
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