| Embalagem | Garrafa (75cl) |
|---|---|
| Tipo | Vinhos |
| Cor | Tinto |
| Ano | 2010 |
| País | Portugal |
| Tipo de Denominação | DOC |
| Região | Portugal |
| Denominação | Dão |
| Quinta | Quinta da falorca |
| Cuvée | T nac |
| Fase atual |
Declínio
|
*Os valores aqui exibidos são estimativas fornecidas pelos utilizadores da aplicação Viniou e não representam uma oferta de venda.*
| Garrafa (75cl) | |
| 2026 | 45,00 € |
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Juventude
2010 - 2013
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Maturidade
2014 - 2018
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Apogeu
2019 - 2025
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Declínio
2026 - 2034+
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| Casta | Percentagem |
|---|---|
| Touriga Nacional | 100 % |
A Quinta da Falorca Cuvée T nac 2010 é um tinto que revela toda a elegância característica do Dão. Produzido a partir de uma cuidadosa seleção de castas tradicionais da região, nomeadamente Touriga Nacional, destaca-se pelo seu perfil aromático intenso e estruturado. O ano de 2010 foi particularmente favorável nesta sub-região, permitindo uma maturação equilibrada dos bagos. A vinificação decorreu em lagares de inox, com uma maceração prolongada para extrair cor e taninos nobres, seguida de estágio em barricas de carvalho francês, que aportaram complexidade sem sobrepor os aromas primários de fruta madura, violetas e notas delicadas de especiarias.
A região do Dão está situada no interior centro-norte de Portugal, abrigada pelas serras do Caramulo, Estrela e Buçaco, conferindo-lhe um microclima temperado mas com importantes amplitudes térmicas entre o dia e a noite. Este clima favorece a lenta maturação das uvas, resultando em vinhos frescos, elegantes e com potencial de envelhecimento. Os solos graníticos e pobres obrigam as videiras a aprofundar as suas raízes, originando vinhos cheios de mineralidade e finesse. O Dão é uma das regiões vinícolas mais antigas de Portugal, reconhecida pela qualidade excecional dos seus tintos desde o século XIX.
Para acompanhar este vinho, sugiro pratos tradicionais de carnes assadas, tal como um cabrito no forno com batatas e ervas aromáticas, lombo de porco no forno ou até pratos clássicos portugueses como o arroz de pato. Também harmoniza muito bem com queijos curados de ovelha ou cabra, podendo ainda surpreender lado a lado com pratos de caça, como javali estufado.
Aconselho a servir esta Cuvée T nac a uma temperatura entre 16 e 18°C, ideal para realçar os seus taninos sedosos, a frescura típica do Dão e as nuances aromáticas tão elegantes. Se possível, decante-o cerca de uma hora antes do serviço para permitir que se revelem todas as suas subtilezas. Este vinho encontra-se num ponto ideal de evolução, misturando ainda alguma vivacidade com a complexidade do tempo em garrafa.
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