| Embalagem | Garrafa (75cl) |
|---|---|
| Tipo | Vinhos |
| Cor | Tinto |
| Ano | 2017 |
| País | Portugal |
| Tipo de Denominação | DOC |
| Região | Portugal |
| Denominação | Colares |
| Quinta | Adega Cooperativa de Colares |
| Fase atual |
Maturidade
|
*Os valores aqui exibidos são estimativas fornecidas pelos utilizadores da aplicação Viniou e não representam uma oferta de venda.*
| Garrafa (75cl) | |
| 2026 | 19,50 € |
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Juventude
2017 - 2021
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Maturidade
2022 - 2026
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Apogeu
2027 - 2034
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Declínio
2035 - 2046+
|
| Casta | Percentagem |
|---|---|
| Ramisco | 100 % |
O vinho em questão, proveniente da Adega Cooperativa de Colares e do ano de 2017, é um tinto seco que representa uma das regiões mais singulares do panorama vitivinícola português. Os vinhos de Colares, sendo de produção limitada, destacam-se pelo caráter distinto conferido pelo terroir arenoso e pela proximidade do Atlântico. Ainda que não esteja explicitamente indicado o(s) castas(s) utilizado(s), é habitual nesta denominação encontrar castas autóctones como a Ramisco para os tintos, variedade conhecida pela sua acidez vibrante e estrutura austera, embora a sua presença não possa ser assumida com certeza a partir das informações dadas. A vinificação na região tende a preservar o perfil autêntico das uvas, optando por técnicas tradicionais e por longos períodos de envelhecimento, o que resulta em vinhos com uma elegância particular, taninos firmes, notas de frutas silvestres, ervas secas, terra húmida e, frequentemente, um certo toque salino associado à influência marítima.
A região vitivinícola de Colares é uma das mais antigas e diferenciadas do país. Localizada junto ao litoral, beneficia de um microclima temperado com influências oceânicas marcadas — brisas frescas e névoas que protegem as vinhas do calor excessivo e das pragas. Os solos de areia solta, onde muitas videiras são ainda plantadas pé franco, conferem aos vinhos de Colares as suas características de frescura, longevidade e singularidade. A história da viticultura local remonta ao século XIII, com períodos de grande notoriedade, nomeadamente no século XIX, sobrevivendo à filoxera precisamente graças aos solos arenosos.
Um tinto de Colares pede harmonizações que respeitem a sua estrutura e acidez, sendo magnífico com pratos tradicionais portugueses como cabrito assado, javali estufado ou mesmo um arroz de polvo. Também acompanha bem pratos de caça, queijos duros e receitas com cogumelos e ervas aromáticas, realçando os sabores mais robustos e terrosos da cozinha sazonal.
Para uma experiência de degustação ideal, recomenda-se servir este vinho a uma temperatura entre os 15 e 17°C. Uma decantação prévia de cerca de meia hora pode beneficiar vinhos mais jovens desta origem, ajudando a revelar toda a riqueza aromática e estrutura em boca. Apreciar com tempo permitirá descobrir a história e a tradição que um Colares encerra em cada copo.
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